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Batalha dos Campos de Pelennor: diferenças entre revisões

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=== Participantes ===
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O exército de [[Sauron]] vindo de Minas Morgul, liderado pelo Rei Bruxo de Angmar, era muito maior do que as forças combinadas de Gondor e seus aliados, e consistia de quase 150.000 [[orc]]s, [[Troll (Tolkien)|trolls]], e homens que se aliaram à Sauron.<ref name="muse.jhu.edu">http://muse.jhu.edu/journals/tolkien_studies/v001/1.1drout.html</ref> As forças de Sauron também incluíam Haradrim e seus olifantes, orientais de Rhûn, Variags de Khand, além dos orcs e trolls.<ref>{{citar livro |titulo=Tolkien's World From A to Z, The Complete Guide to Middle Earth |ultimo=Foster |primeiro=Robert |publicado=Ballantine Books |ano=1971 |isbn=0-345-44976-2 |páginas=48 & 49 |lingua=en}}</ref> Tolkien o descreveu como "maior exército jamais emergira daquele vale desde os dias do poderio de Isildur; nenhuma hoste tão cruel e fortemente armada já assaltara os vaus do Anduin; e, no entanto, era apenas uma, e não a maior das hostes que Mordor agora enviava."<ref group="T">{{citar livro |capítulo=Livro 4, Capítulo 8 - As Escadarias de Cirith Ungol |título=''[[As Duas Torres]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-1338-5}}</ref>
O exército de [[Sauron]] vindo de Minas Morgul, liderado pelo Rei Bruxo de Angmar, era muito maior do que as forças combinadas de Gondor e seus aliados, e consistia de quase 150.000 [[orc]]s, [[Troll (Tolkien)|trolls]], e homens que se aliaram à Sauron.<ref name="muse.jhu.edu">{{citar web |url=https://muse.jhu.edu/article/176065 |titulo=Tolkien's Prose Style and its Literary and Rhetorical Effects |autor=Michael D. C. Drout |acessodata=30 de outubro de 2020 |lingua=en}}</ref> As forças de Sauron também incluíam Haradrim e seus olifantes, orientais de Rhûn, Variags de Khand, além dos orcs e trolls.<ref>{{citar livro |titulo=Tolkien's World From A to Z, The Complete Guide to Middle Earth |ultimo=Foster |primeiro=Robert |publicado=Ballantine Books |ano=1971 |isbn=0-345-44976-2 |páginas=48 & 49 |lingua=en}}</ref> Tolkien o descreveu como "maior exército jamais emergira daquele vale desde os dias do poderio de Isildur; nenhuma hoste tão cruel e fortemente armada já assaltara os vaus do Anduin; e, no entanto, era apenas uma, e não a maior das hostes que Mordor agora enviava."<ref group="T">{{citar livro |capítulo=Livro 4, Capítulo 8 - As Escadarias de Cirith Ungol |título=''[[As Duas Torres]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-1338-5}}</ref>


Os números dos defensores eram consideravelmente menores. As forças de Faramir eram dez vezes menores do que os adversários em Osgiliath, onde perdeu um terço de seus homens. As companhias de províncias remotas que chegaram para auxiliar Minas Tirith somavam quase 3.000 defensores. Um grupo prominente era o de 700 homens liderados pelo príncipe Imrahil, cunhado de Denethor. Seus números eram menores do que o esperado, visto que as cidades costeiras de Gondor estavam sob ataque dos [[corsário]]s de Umbar.<ref name="siege" group=T/><ref name="mt" group=T>{{citar livro |capítulo=Livro 5, Capítulo 1 - Minas Tirith |título=''[[O Retorno do Rei]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-0315-0}}</ref><ref name="debate" group=T>{{citar livro |capítulo=Livro 5, Capítulo 9 - O Último Debate |título=''[[O Retorno do Rei]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-0315-0}}</ref>
Os números dos defensores eram consideravelmente menores. As forças de Faramir eram dez vezes menores do que os adversários em Osgiliath, onde perdeu um terço de seus homens. As companhias de províncias remotas que chegaram para auxiliar Minas Tirith somavam quase 3.000 defensores. Um grupo prominente era o de 700 homens liderados pelo príncipe Imrahil, cunhado de Denethor. Seus números eram menores do que o esperado, visto que as cidades costeiras de Gondor estavam sob ataque dos [[corsário]]s de Umbar.<ref name="siege" group=T/><ref name="mt" group=T>{{citar livro |capítulo=Livro 5, Capítulo 1 - Minas Tirith |título=''[[O Retorno do Rei]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-0315-0}}</ref><ref name="debate" group=T>{{citar livro |capítulo=Livro 5, Capítulo 9 - O Último Debate |título=''[[O Retorno do Rei]]'' |editora=[[Martins Fontes (editora)|Martins Fontes]] |local=Brasil |isbn=85-336-0315-0}}</ref>
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== Análise ==
Um estudo por Elizabeth Solopova afirmou que Tolkien repetidamente referenciava os relatos históricos de [[Jordanes]] sobre a [[Batalha dos Campos Cataláunicos]], e analisou as similaridades entre as duas batalhas. Ambas aconteceram entre civilizações do "Leste" e "Oeste", sendo descritas como conflitos de "fama lendária". Outro ponto comparável é a morte do rei [[visigodo]] [[Teodorico I]] nos campos Catalaúnicos, cujo relato diz que caiu de seu cavalo e foi pisoteado por seus próprios homens durante o avanço. Similarmente, Théoden é derrubado e esmagado por seu cavalo. Ambos também são carregados do campo de batalha enquanto seus homens choram e cantam por eles enquanto a batalha continua.<ref name="Solopova 70">{{citar livro |título=Languages, Myths and History: An Introduction to the Linguistic and Literary Background of J.R.R. Tolkien's Fiction |local=[[Nova Iorque]] |ultimo=Solopova |primeiro=Elizabeth |ano=2009 |isbn=0-9816607-1-1 |editora=North Landing Books |páginas=70–73}}</ref>


== Referências ==
== Referências ==

Revisão das 11h29min de 30 de outubro de 2020

Batalha dos Campos de Pelennor
Guerra do Anel
Data 14-15 de março de 3019
Local Campos de Pelennor, Gondor
Desfecho Vitória da aliança Gondor-Rohan
Beligerantes
Gondor
Rohan
Companhia Cinzenta
Mordor
Khand
Harad
Rhun
Comandantes
Aragorn
Gandalf
Rei Théoden 
Éomer
Halbarad 
Rei Bruxo de Angmar 
Gothmog 
Forças
3,000 Gondorianos

500 Guardas da Cidadela
5,000 Gondorianos do sul e forças de províncias remotas
6,000 Cavaleiros rohirrim
30 Dúnedain do norte

Total ~15,000
150,000 Orcs, orientais, haradrim, e variags
Centenas de olifantes e trolls
Baixas
~3,000 mortos Quase todas as forças
Informações baseadas nos livros, que podem diferir dos filmes

A Batalha dos Campos de Pelennor, descrita na série de livros de fantasia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien, foi a defesa da cidade de Minas Tirith pelas forças de Gondor e a cavalaria de seus aliados de Rohan, contra o ataque das forças de Sauron aliadas com os Haradrim e orientais. Foi a maior batalha na Guerra do Anel, e aconteceu no final da Terceira Era nos campos de Pelennor, nas vilas e campos entre Minas Tirith e o Rio Anduin.

Estudiosos compararam a batalha com os fatos históricos da Batalha dos Campos Cataláunicos, onde o Rei Teodorico I foi pisoteado até a morte pelos seus próprios homens quando caiu de seu cavalo. Outros compararam a morte do Rei Bruxo de Angmar com a morte de Macbeth, que foi similarmente profetizado a não morrer pelas mãos de um homem.

A batalha foi uma peça central do filme de Peter Jackson, The Lord of the Rings: The Return of the King.[1][2]

Contexto

A cidade de Minas Tirith estava sendo sitiada após a queda de Osgiliath e Rammas Echor, as barreiras finais de Gondor contra as forças de Mordor. Durante a retirada para a cidade, Faramir, filho de Denethor, atual líder de Gondor, foi gravemente ferido. Visto que Denethor entrou em desespero e se recusou a sair do lado de seu filho, o mago Gandalf tomou o comando da defesa da cidade.[T 1] Enquanto isso, as forças inimigas se reuniram nos campos de Pelennor. Uma grande escuridão foi causada por gigantescas nuvens de fumaça cobrindo o sol, originadas em Mordor. Os Nazgûl, servos mais temidos de Sauron, voaram sobre o campo de batalha causando hesitação e queda de moral nas forças defensoras.

Participantes

O exército de Sauron vindo de Minas Morgul, liderado pelo Rei Bruxo de Angmar, era muito maior do que as forças combinadas de Gondor e seus aliados, e consistia de quase 150.000 orcs, trolls, e homens que se aliaram à Sauron.[3] As forças de Sauron também incluíam Haradrim e seus olifantes, orientais de Rhûn, Variags de Khand, além dos orcs e trolls.[4] Tolkien o descreveu como "maior exército jamais emergira daquele vale desde os dias do poderio de Isildur; nenhuma hoste tão cruel e fortemente armada já assaltara os vaus do Anduin; e, no entanto, era apenas uma, e não a maior das hostes que Mordor agora enviava."[T 2]

Os números dos defensores eram consideravelmente menores. As forças de Faramir eram dez vezes menores do que os adversários em Osgiliath, onde perdeu um terço de seus homens. As companhias de províncias remotas que chegaram para auxiliar Minas Tirith somavam quase 3.000 defensores. Um grupo prominente era o de 700 homens liderados pelo príncipe Imrahil, cunhado de Denethor. Seus números eram menores do que o esperado, visto que as cidades costeiras de Gondor estavam sob ataque dos corsários de Umbar.[T 1][T 3][T 4]

Os Rohirrim, uma cavalaria de 6.000 homens de Rohan, reino aliado de Gondor, chegaram ao amanhecer do dia seguinte, quando então a batalha realmente começou. O exército de Rohan era "três vezes menor do que o de Haradrim".[T 5]

Reforços das cidades costeiras de Gondor navegaram até Minas Tirith,[T 4] lideradas por Aragorn, que havia capturado os navios. Ele era herdeiro do trono de Gondor, por ser descendente do último Alto Rei de Gondor e Arnor, e liderava uma pequena força da Companhia Cinzenta.[T 5]

A batalha

Após quebrar o portão da cidade com o aríete Grond, o Rei Bruxo de Angmar cavalgou sob o "arco que nenhum inimigo jamais atravessara."[T 1] Gandalf, sozinho em seu cavalo Scadufax, bloqueou seu caminho. Mas antes de ambos poderem lutar, escutaram as trompas dos Rohirrim, que haviam chegado em Rammas Echor, a muralha ao redor dos campos de Pelennor, recém quebrada pelos invasores.[T 1] O dia amanheceu, e a luta principal iniciou. Os Rohirrim haviam esquivado-se dos patrulheiros de Sauron ao atravessar uma passagem secreta através do Vale Drúadan.[T 6]

Investindo sobre as forças de Mordor, os Rohirrim se dividiram em dois grupos. O primeiro grupo, incluindo a vanguarda, atacou as forças do lado direito do Rei Bruxo. O segundo grupo assegurou as muralhas de Minas Tirith, destruindo as máquinas de cerco e acampamentos, e afugentaram a cavalaria dos Haradrim. Théoden matou o capitão dos Haradrim, e derrubou sua bandeira. O Rei Bruxo montou em sua besta alada e atacou Théoden. Com um dardo, ele matou o cavalo do rei, que caiu e foi esmagado sob o animal.[T 5]

O "Hálito Negro", o terror espalhado pelo Rei Bruxo, assustou os guardas de Théoden, mas sua sobrinha Éowyn (disfarçada de homem para poder participar da batalha) ficou para protegê-lo, desafiando o Rei Bruxo. Ela cortou a cabeça da montaria do Rei Bruxo, e em troca ele quebrou seu escudo e braço com uma maça. O hobbit Meriadoc "Merry" Brandybuck, que acompanhava Éowyn, apunhalou o Rei Bruxo por trás do joelho com sua adaga, que havia sido encantada pelo reino de Arnor contra as forças de Angmar. O Rei Bruxo cambaleou para frente, e Éowyn "empurrou a espada entre a coroa e o manto", matando-o.[T 5] Isso cumpriu a profecia de Glorfindel, de que o Rei Bruxo de Angmar não iria morrer "pelas mãos de um homem."[T 7] Ambas as armas que atingiram seu corpo morto-vivo foram destruídas.[T 5]

Éomer, irmão de Éowyn, encontra Théoden mortalmente ferido, e é nomeado rei dos Rohirrim. Ao avistar sua irmã inconsciente, Éomer acredita que ela está morta, se enfurecendo e liderando seu exército em uma investida semi-suicida, com sua vanguarda avançando à frente do resto dos Rohirrim, arriscando serem cercados. Enquanto isso, Imrahil, que liderava os homens de Gondor presentes em Minas Tirith, encontra Éowyn e descobre que ela ainda está viva, apesar de gravemente doente devido ao "Hálito Negro". Éowyn e Merry são enviados às Casas de Cura na cidade.[T 5]

Em Minas Tirith, Denethor prepara-se para queimar o corpo de seu filho Faramir junto de si mesmo, em uma pira funerária, acreditando que Faramir está em estado incurável. A intervenção do hobbit Peregrin "Pippin" Took e Gandalf salvam Faramir, mas Denethor ateia fogo a si mesmo antes deles poderem impedí-lo. Tolkien indiretamente afirma que a morte de Théoden poderia ter sido previnida se, ao invés de lidar com Denethor, Gandalf tivesse ajudado os Rohirrim, como havia planejado.[T 8]

Nos campos de Pelennor, a batalha estava começando a tender para o lado de Gondor e aliados. Apesar dos Rohirrim terem infligido enormes perdas aos inimigos, as forças de Sauron ainda eram numericamente superiores, e Gothmog, o tenente de Minas Morgul, comandava o exército após a queda do Rei Bruxo, convocando reservas de Osgiliath. Os Rohirrim estavam agora na parte sudeste de Pelennor, com inimigos entre eles e o rio Anduin, e os reforços de Gothmog ameaçavam ocupar o centro de Pelennor, o que cercaria os Rohirrim e impediria as tropas gondorianas de se juntarem. Éomer estava à cerca de 1.6km de Harlond, o porto de Minas Tirith, mas ao invés de tentar alcançar o rio, decide fazer uma última defesa no topo de uma colina.[T 5]

Pouco depois, uma frota de navios negros, aparentemente a marinha dos Corsários de Umbar, aliados de Sauron, navegava pelo Anduin até Harlond. Antes de alcançar o cais, a frota desenrola e apresenta a antiga bandeira dos Reis de Gondor. Esta visão inspirou as forças dos Rohirrim e Imrahil, e desmoralizou o exército de Sauron. Os navios eram comandados por Aragorn, Gimli, Legolas, e as tropas do sul de Gondor.[T 4] Este foi um ponto de virada da batalha, e grande parte das forças de Sauron agora ficaram cercadas entre as tropas de Aragorn, Éomer, e Imrahil. Apesar da vantagem estar com Gondor, a luta continuou durante todo o dia, até que no pôr do sol nenhum inimigo restava nos campos de Pelennor.[T 5]

Resultado

A batalha foi uma derrota tática para Sauron, que apesar de ter perdido o Rei Bruxo, seu principal tenente, havia utilizado apenas uma pequena parte de seu exército no conflito. As forças defensoras de Gondor também sabiam que sua vitória seria apenas momentânea, a não ser que o portador do anel completasse sua missão. Assim, foi decidido que a Hoste do Oeste iria marchar até o Portão Negro sem demora, para atrair a atenção de Sauron. A vitória permitiu que eles enviassem uma força para desafiar Sauron e ainda deixassem Minas Tirith mais bem defendida do que estava antes do cerco. Entretanto, Denethor estava morto, assim como Halbarad, Théoden, e muitos homens de Gondor e Rohan, com vários precisando ser mantidos em Gondor em caso de um ataque surpresa. Logo, apenas uma pequena tropa podia ser enviada.[T 4]

A Hoste do Oeste marchou para o Portão Negro pouco depois, onde ocorreu a climática Batalha de Morannon.[T 9]

Análise

Um estudo por Elizabeth Solopova afirmou que Tolkien repetidamente referenciava os relatos históricos de Jordanes sobre a Batalha dos Campos Cataláunicos, e analisou as similaridades entre as duas batalhas. Ambas aconteceram entre civilizações do "Leste" e "Oeste", sendo descritas como conflitos de "fama lendária". Outro ponto comparável é a morte do rei visigodo Teodorico I nos campos Catalaúnicos, cujo relato diz que caiu de seu cavalo e foi pisoteado por seus próprios homens durante o avanço. Similarmente, Théoden é derrubado e esmagado por seu cavalo. Ambos também são carregados do campo de batalha enquanto seus homens choram e cantam por eles enquanto a batalha continua.[5]

Referências

Primárias

Indica localização das informações nos livros de Tolkien.
  1. a b c d «Livro 5, Capítulo 4 - O Cerco de Gondor». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  2. «Livro 4, Capítulo 8 - As Escadarias de Cirith Ungol». As Duas Torres. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-1338-5 
  3. «Livro 5, Capítulo 1 - Minas Tirith». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  4. a b c d «Livro 5, Capítulo 9 - O Último Debate». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  5. a b c d e f g h «Livro 5, Capítulo 6 - A Batalha dos Campos de Pelennor». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  6. «Livro 5, Capítulo 5 - A Cavalgada dos Rohirrim». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  7. «Apêndice A - Anais dos Reis Numenóreanos». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  8. «Livro 5, Capítulo 7 - A Pira de Denethor». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 
  9. «Livro 5, Capítulo 10 - O Portão Negro se Abre». O Retorno do Rei. Brasil: Martins Fontes. ISBN 85-336-0315-0 

Secundárias

  1. Hiscock, John (5 de dezembro de 2003). «It's the biggest, and the best». The Daily Telegraph (em inglês). Consultado em 7 de maio de 2020 
  2. «The best – and worst – movie battle scenes» (em inglês). Cópia arquivada em 8 de abril de 2007 
  3. Michael D. C. Drout. «Tolkien's Prose Style and its Literary and Rhetorical Effects» (em inglês). Consultado em 30 de outubro de 2020 
  4. Foster, Robert (1971). Tolkien's World From A to Z, The Complete Guide to Middle Earth (em inglês). [S.l.]: Ballantine Books. pp. 48 & 49. ISBN 0-345-44976-2 
  5. Solopova, Elizabeth (2009). Languages, Myths and History: An Introduction to the Linguistic and Literary Background of J.R.R. Tolkien's Fiction. Nova Iorque: North Landing Books. pp. 70–73. ISBN 0-9816607-1-1